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      <title><![CDATA[Notícias - dr-leil.webnode.page]]></title>
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      <language>pt-br</language>
      <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 22:36:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[ SOP - Síndrome dos Ovários Policísticos]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/sop-sindrome-dos-ovarios-policisticos/</link>
         <description><![CDATA[A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns, afetando aproximadamente 7% das mulheres em idade reprodutiva. Os motivos que as levam procurar o médico endocrinologista, em geral, são irregularidade menstrual, excesso de pêlos, acne, obesidade, glicemia aumentada e dislipidemia.
Suas características fundamentais incluem disfunção menstrual e excesso de androgênios caracterizado pelo hiperandrogenismo e/ou hiperandrogenemia. Hiperandrogenismo é o aumento dos...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 22:36:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns, afetando aproximadamente 7% das mulheres em idade reprodutiva. Os motivos que as levam procurar o médico endocrinologista, em geral, são irregularidade menstrual, excesso de pêlos, acne, obesidade, glicemia aumentada e dislipidemia.</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">Suas características fundamentais incluem disfunção menstrual e excesso de androgênios caracterizado pelo hiperandrogenismo e/ou hiperandrogenemia. Hiperandrogenismo é o aumento dos hormônios masculinos, causando manifestações clínicas tais como acne, aumento de pelos (hirsutismo) e queda de cabelo. Hiperandrogenemia é a presença de concentrações aumentadas dos hormônios masculinos no sangue. O andrógeno que melhor reflete a hiperandrogenemia é a testosterona (testosterona total e livre). Já a elevação da concentração de DHEA ou SDHEA (hormônios das glândulas adrenais) pode ser encontrada em até 20% das pacientes. A concentração de SHBG tende a ser baixa e aumentada a de LH (hormônio luteinizante produzido na hipófise).</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">É observada, também, a redução da sensibilidade à insulina e o aumento da concentração de insulina sérica (hiperinsulinismo) tanto nas pacientes obesas quanto nas de peso normal. Tal disfunção predispõe a distúrbios metabólicos, tal como diabetes, bem como maior risco de doença cardiovascular.</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">Pode-se encontrar também, mas não necessariamente, ovários policísticos à ultrassonografia. O ovário policístico deve ser definido pela presença de 12 ou mais folículos medindo entre 2 e 9 mm de diâmetro e/ou aumento do volume ovariano (&gt;10cm³).</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">O diagnóstico da SOP deve obedecer a critérios estritos e não somente se apoiar na aparência multicística ou policística do ovário. Uma variedade de combinação de sinais e sintomas é a regra em pacientes portadoras da síndrome, principalmente aqueles relacionados à esfera reprodutiva. De fato, o padrão menstrual pode variar de amenorréia primária (ausência de menstruação) a ciclos regulares, porém sem ovulação, ou sem se manifestar por sangramento uterino disfuncional. Tais alterações podem repercutir num quadro de infertilidade. Por outro lado, pacientes com SOP podem ovular intermitentemente e a gravidez ocorrer espontaneamente. O grau de hirsutismo é variável, podendo estar ausente em aproximadamente 30% das pacientes, ficando na dependência de fatores raciais, étnicos e genéticos. Também a acne pode ser de grau variado.</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">A observação da existência de casos familiares quanto ao quadro sindrômico sugere uma base genética para a SOP, sendo possivelmente a hiperandrogenemia a característica herdada mais frequente.</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">A SOP é considerada também um fator de risco cardiovascular, com uma alta prevalência de distúrbios metabólicos tais como obesidade, diabetes mellitus e dislipidemia.</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">O tratamento consiste em contraceptivos hormonais orais para controle do ciclo menstrual, clomifeno para infertilidade, antiandrógenos (ciproterona e espironolactona) na tentativa de diminuir os andrógenos no sangue, metformina para os casos de pré-diabetes ou diabetes estabelecido, estatinas para o aumento do colesterol e, principalmente, perda de peso por dieta e exercício.</span><br style="font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 20px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; word-spacing: 1px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(102, 102, 102); font-size: 12px; background-color: rgb(249, 249, 249);">
<span style="color: rgb(102, 102, 102); font-family: 'Lucida Sans Unicode', 'Lucida Grande', 'Trebuchet MS', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; letter-spacing: 0.10000000149011612px; line-height: 20px; word-spacing: 1px; background-color: rgb(249, 249, 249);">Torna-se, frente ao quadro, de extrema importância que as pacientes sob suspeita ou confirmação do diagnóstico da síndrome dos ovários policísticos sejam regularmente acompanhadas pelo endocrinologista.</span></p>
<h1>&nbsp;</h1>
<h1 style="box-sizing: border-box; margin: 20px 0px 10px; font-size: 38px; font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.1; color: rgb(0, 0, 51);">10 Coisas Que Você Precisa Saber Sobre a Síndrome dos Ovários Policísticos</h1>
<div>
	&nbsp;</div>
<div>
	<div>
		&nbsp;</div>
	<div>
		<ul>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">A&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Síndrome dos Ovários Policísticos</strong>&nbsp;(SOP ou PCOS, sigla em inglês) é uma doença endocrinológica caracterizada pelo aumento da produção de hormônios masculinos.</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">Para ser diagnosticada é preciso que a paciente apresente dois ou três sintomas combinados, e que seja excluída outra patologia. Além disso, o médico deve avaliar sua história clínica e realizar o exame físico. Os sintomas da&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">SOP</strong>&nbsp;são: aumento do&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">volume ovariano</strong>, ausência ou irregularidade da&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">menstruação</strong>, ausência de ovulação, aumento de peso, aparecimento de acne,&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">hirsutismo</strong>(crescimento de pelos no rosto e outros locais em que a mulher normalmente não tem pelos), queda de cabelo, resistência insulínica (RI) e problemas com a fertilidade;</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">Segundo o Dr. Alexandre Hohl, 1 em cada 15 mulheres em idade reprodutiva tem SOP e a RI atinge de 50 a 70% das mulheres com a Síndrome. E, esta resistência independe do peso corporal da mulher. A literatura mostra a prevalência em torno de 5% a 10% da população feminina em&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">idade fértil</strong>;</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">Apesar da&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">SOP</strong>&nbsp;ser causa da irregularidade menstrual em 85% das jovens, é um distúrbio que pode se manifestar de diversas formas. Além disso, a&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">SOP</strong>&nbsp;está associada com o maior risco para o desenvolvimento de outras doenças como câncer de endométrio (tumor localizado na parede interna do útero), ataque cardíaco e diabetes;</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">O&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">tratamento&nbsp;</strong>da&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">SOP</strong>&nbsp;deve estar acoplado ao incentivo a uma&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">dieta alimentar e a prática de atividade física</strong>, pois, segundo o Dr. Alexandre, “Para se tratar SOP e RI, é fundamental a mudança no estilo de vida. Isso melhora a resistência insulínica, a fertilidade, regula a ovulação e aumenta a sensibilidade à insulina”;</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">Dentre as opções medicamentosas, os&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">anticoncepcionais orais</strong>&nbsp;têm sido muito utilizados e são seguros e eficazes em pacientes sem maiores comorbidades metabólicas. Por ser uma síndrome, com vários sintomas, o tratamento deve englobar diversos medicamentos como&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">hipoglicemiantes</strong><strong style="box-sizing: border-box;">orais&nbsp;</strong>(nos casos de resistência à insulina); estimulantes da&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">menstruação</strong>, medicamento para reverter o quadro de&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">infertilidade</strong>, cosméticos conta a acne e terapias para o&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">controle do estresse e da ansiedade;</strong></li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">Mulheres com SOP apresentam, em geral, valores mais elevados de percentual de gordura, adiposidade central (barriga), testosterona, glicose pós-prandial, insulina basal e pós-prandial, triglicerídeos, colesterol total e LDL colesterol. Além disso, apresentam fatores de risco cardiovasculares mais precocemente do que comparadas as mulheres sem SOP, com mesmo IMC;</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">De acordo com a&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Diretriz Brasileira sobre a SOP</strong>, dieta e exercícios físicos representam o tratamento de primeira linha, melhorando a resistência à insulina e retorno dos ciclos ovulatórios, mesmo na ausência de perda de peso. Com o tratamento medicamentoso adequado, cerca de 50% a 80% das pacientes apresentam ovulação e 40% a 50% engravidam. A fertilização in vitro (FIV) também é indicada nos casos em que a estimulação ovariana foi exagerada, com o objetivo de evitar o cancelamento do ciclo;</li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">A perda de peso resultante das mudanças no estilo de vida “favorecerá a queda dos androgênios circulantes, melhorando o perfil lipídico e diminuindo a resistência periférica à insulina; dessa forma, contribuirá para o decréscimo no risco de aterosclerose, diabetes e regularização da função ovulatória. A prescrição de contraceptivos hormonais orais de baixa dose, por sua vez, propiciarão o controle da irregularidade menstrual e redução do risco de câncer endometrial” (<strong style="box-sizing: border-box;">Projeto Diretrizes AMB);</strong></li>
			<li style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; background-color: rgb(255, 255, 255);">Apesar de ser comum, a&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Síndrome dos Ovários Policísticos</strong>&nbsp;manifesta-se de diferentes formas nas mulheres e por este motivo seu tratamento deve ser individualizado. Até o momento não foi descoberta a cura para a SOP, entretanto com o controle dos sintomas é possível prevenir os problemas associados. Em casos de suspeita de SOP, procure o seu endocrinologista.</li>
		</ul>
	</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Tireóide]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/tireoide/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			Tireóide
			
		
		
			
			
				
					
						
						
						
						O que é a tireóide?
						A tireóide é uma glândula em forma de borboleta que está localizada no pescoço logo abaixo da região conhecida como "pomo de Adão".
						Qual é a função da tireóide?
						A tireóide produz dois hormônios muito importantes para o organismo: o T3 e o T4. Estes hormônios controlam o funcionamento de diversos órgãos e por isso, interferem diretamente em processos como crescimento, ciclo menstrual,...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 22:10:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="778">
	<tbody>
		<tr>
			<td class="TitLaranjaPrincipal" colspan="2" style="font-family: arial; font-size: 16px; font-weight: bold; color: rgb(204, 102, 0);">Tireóide</td>
			<td><img alt="" border="0" height="33" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/spacer.gif" width="1"></td>
		</tr>
		<tr>
			<td colspan="4" rowspan="2" valign="top">
			<table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="10" width="500">
				<tbody>
					<tr>
						<td>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><br>
						<br>
						<strong>O que é a tireóide?</strong><br>
						A tireóide é uma glândula em forma de borboleta que está localizada no pescoço logo abaixo da região conhecida como "pomo de Adão".</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Qual é a função da tireóide?</strong><br>
						A tireóide produz dois hormônios muito importantes para o organismo: o T3 e o T4. Estes hormônios controlam o funcionamento de diversos órgãos e por isso, interferem diretamente em processos como crescimento, ciclo menstrual, fertilidade, sono, raciocínio, memória, temperatura do corpo, batimentos cardíacos, eliminação de líquidos, funcionamento intestinal, força muscular e controle do peso corporal. O funcionamento da tireóide depende da presença de um hormônio chamado TSH produzido pela hipófise. A hipófise é uma glândula do tamanho de uma ervilha localizada na base do cérebro atrás dos olhos.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Que doenças podem acometer a tireóide?</strong><br>
						As doenças mais comuns são o hipotireoidismo, o hipertireoidismo, as tireoidites e os nódulos tireoidianos.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que é o hipotireoidismo?</strong><br>
						Quando a tireóide fica "preguiçosa", ou seja, não consegue produzir quantidades suficientes de T3 e T4, temos o hipotireoidismo. O exame de TSH elevado é o mais indicado para confirmar o hipotireoidismo e mostra que a hipófise está tentando estimular a tireóide a funcionar mais. Os sintomas mais freqüentes são desânimo, intestino preso, redução de memória e raciocínio, alterações menstruais, sonolência, ganho de peso, rouquidão, inchaço, sensação de frio, elevação do colesterol, abortos repetidos, queda de cabelo e pele seca. Quando descoberto em sua fase inicial, a pessoa pode ter poucos ou nenhum sintoma. Em crianças, pode causar ainda atraso do crescimento e, se não tratado, deficiência mental importante.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que causa o hipotireoidismo?</strong><br>
						A causa mais comum é a tireoidite crônica de Hashimoto, uma alteração em que anticorpos (anti-TPO) produzidos pela própria pessoa começam a atacar a tireóide destruindo lentamente suas células. Entre outras causas estão deficiência de iodo, cirurgia em que se retira a tireóide, radiação e após alguns tratamentos para hipertireoidismo.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Como é o tratamento?</strong><br>
						O tratamento do hipotireoidismo é provavelmente um dos mais gratificantes da medicina, pois é prático, tem baixo custo, controla totalmente os sintomas, não interage com outros medicamentos e não apresenta efeitos colaterais se estiver nas doses corretas. Consiste em uma tomada diária de um comprimido com T4 cuja dosagem será orientada pelo endocrinologista conforme os resultados dos exames que deverão ser realizados em intervalos que variam de 2 a 6 meses. O único inconveniente é que o tratamento deve ser mantido por toda a vida para prevenir a volta dos sintomas e o aumento da tireóide.</p>
						<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500">
							<tbody>
								<tr>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" valign="top"><strong>O que é o hipertireoidismo?</strong><br>
									Quando a tireóide fica "acelerada", produzindo os hormônios T3 e T4 em excesso, temos um quadro de hipertireoidismo. Exames de T3 e T4 elevados com um TSH baixo geralmente confirmam o diagnóstico. Os sintomas mais freqüentes são tremores, palpitação, arritmias, emagrecimento rápido, aumento de apetite, agitação, insônia, sensação de calor,</td>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><img height="109" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/exoftalmia.jpg" width="195"></td>
								</tr>
								<tr valign="top">
									<td class="textohome" colspan="2" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">mãos quentes, aumento da região anterior do pescoço, sudorese e fraqueza muscular. Em pessoas idosas, os sintomas podem passar quase despercebidos.</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que causa o hipertireoidismo?</strong><br>
						A causa mais comum é a Doença de Basedow-Graves em que anticorpos produzidos pelo própria pessoa começam a estimular descontroladamente a tireóide causando o excesso de hormônios. Nesta doença, além dos sintomas já descritos, os olhos podem ficar salientes e arregalados pois ocorre um inchaço dos músculos que ficam atrás dos olhos. Entre outras causas estão tumores benignos em forma de nódulos produtores de hormônios e o bócio multinodular (aumento da tireóide com vários nódulos).</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Como é o tratamento?</strong><br>
						O tratamento do hipertireoidismo pode ser feito de três formas: medicamentos, iodo radioativo e cirurgia. A maioria dos tratamentos se inicia com medicamentos e, se houver intolerância, alergia ou efeitos colaterais graves deve ser indicado o iodo radioativo ou a cirurgia. Há tratamentos que podem se iniciar diretamente com o iodo radioativo. A cirurgia para o hipertireoidismo geralmente está reservada para casos em que a tireóide está muito aumentada ou há uma contra-indicação para o iodo radioativo. Após o tratamento, os pacientes com hipertireoidismo podem curar ou evoluir para um quadro de hipotireoidismo.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que é a tireoidite subaguda?</strong><br>
						A tireoidite subaguda é uma outra alteração tireoidiana que ocorre com menor freqüência e é caracterizada por uma inflamação geralmente provocada por um vírus, como se fosse uma "gripe da tireóide". O vírus ataca algumas células da tireóide e há um derramamento na circulação dos hormônios estocados causando sintomas e resultados de exames de sangue semelhantes ao hipertireoidismo. A diferença é que na maioria das vezes ocorre também uma dor intensa na região anterior do pescoço. Quando a dor não é típica, exames de sangue complementares e o mapeamento da captação de iodo pela tireóide (tireograma) podem ser necessários para o correto esclarecimento do diagnóstico.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>E como é o tratamento da tireoidite subaguda?</strong><br>
						Este tipo de tireoidite tem duração limitada e o tratamento envolve antiinflamatórios potentes para a redução da dor e da inflamação. Ocasionalmente pode ser útil um medicamento para os sintomas provocados pelo aumento transitório de hormônios tireoidianos na circulação.</p>
						<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500">
							<tbody>
								<tr>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" valign="top" width="376"><strong>O que são nódulos tireoidianos?</strong><br>
									Os nódulos tireoidianos, também chamados de bócio nodular, são aumentos localizados na tireóide que podem ter características variadas. Alguns são constituídos apenas de líquidos e são chamados de nódulos císticos. Alguns produzem hormônios tireoidianos em excesso causando hipertireoidismo e são chamados de nódulos tóxicos.</td>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" width="104"><img height="140" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/tireograma.jpg" width="140"></td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Os nódulos tireoidianos são comuns?</strong><br>
						Sim. Após a popularização da ultra-sonografia de tireóide, percebeu-se que os nódulos tireoidianos são muito freqüentes sobretudo em pessoas acima de 50 anos e muitos deles são benignos e não precisam de cirurgia. Entretanto, toda vez que estamos diante de um nódulo tireoidiano, a principal preocupação é identificar as diversas características para que seja indicada a cirurgia somente naqueles casos com confirmação ou suspeita de malignidade.</p>
						<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500">
							<tbody>
								<tr>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" valign="top" width="317"><strong>Quais exames costumam ser necessários?</strong><br>
									Dependendo das características do nódulo, podem ser solicitados exames de sangue, o tireograma (mapeamento de captação da tireóide), a ultra-sonografia e uma punção aspirativa com agulha fina guiada por ultra-som.</td>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" width="163"><img height="128" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/nodulo.jpg" width="180"></td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<br>
						<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500">
							<tbody>
								<tr>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" valign="top" width="358"><strong>Como é esta punção aspirativa?</strong><br>
									Este exame, também chamado de PAAF - punção aspirativa com agulha fina -, geralmente é realizado na própria clínica de ultra-som. Consiste na introdução de uma agulha fina dentro do nódulo tireoidiano para aspiração de algumas gotas com células de tireóide que são enviadas para um laboratório de citologia para serem estudadas. É rápido, pouco doloroso e praticamente sem riscos para o paciente. É considerado o exame mais importante na avaliação do risco de malignidade de um nódulo tireoidiano.</td>
									<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" width="122"><img height="217" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/paaf.jpg" width="180"></td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>E como é o tratamento destes nódulos?</strong><br>
						A conduta dependerá dos resultados dos exames e poderá ser com medicamentos, cirurgia, iodo radioativo, injeção de etanol ou simplesmente observação clínica com ultra-sons seriados.</p>
						<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Quais tipos de nódulos são indicados para cirurgia?</strong><br>
						Esta decisão envolve muitas variáveis e de, uma forma geral, a cirurgia é destinada àqueles em que há confirmação ou suspeita de malignidade, sinais de compressão ou desconforto no pescoço e os que representam problema estético para o paciente.</p>
						<p><span class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>E como é o tratamento do câncer de tireóide?</strong><br>
						Com exceção do tipo anaplásico (raro), a evolução do câncer de tireóide é relativamente lenta e a resposta ao tratamento é muito boa quando comparada a outros tipos de câncer. A grande maioria dos casos de câncer de tireóide é do tipo papilar ou folicular e o tratamento é feito com cirurgia e complementação com o iodo radioativo. A quimioterapia não é necessária para este tipo de câncer. Após a cirurgia, o paciente continuará o acompanhamento médico com exames periódicos para confirmação e controle de cura do câncer e para os ajustes da medicação, para o hipotireoidismo causado pela retirada da tireóide.</span></p>
						</td>
					</tr>
				</tbody>
			</table>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Sibutramina]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/sibutramina/</link>
         <description><![CDATA[O que é a sibutramina?

A sibutramina é um medicamento utilizado para o tratamento da obesidade e excesso de peso naqueles casos em que apenas a dieta, exercícios e a mudança do estilo de vida não foram suficientes para promover o emagrecimento. A prescrição do medicamento deve estar sempre associada a um programa de reeducação alimentar e estímulo à atividade física.
A sibutramina age inibindo a recaptação da serotonina o que aumenta a disponibilidade deste neurotransmissor em nível cerebral....]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 22:08:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/sibutramina/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p class="texto" style="font-family: 'trebuchet ms', tahoma; font-size: 11px; color: rgb(125, 125, 125);"><strong><font face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="+1"><span class="textog" style="font-family: arial; font-size: 14px; color: rgb(129, 7, 1);">O que é a sibutramina?</span></font></strong><br>
<br>
<span class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">A sibutramina é um medicamento utilizado para o tratamento da obesidade e excesso de peso naqueles casos em que apenas a dieta, exercícios e a mudança do estilo de vida não foram suficientes para promover o emagrecimento. A prescrição do medicamento deve estar sempre associada a um programa de reeducação alimentar e estímulo à atividade física.</span></p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">A sibutramina age inibindo a recaptação da serotonina o que aumenta a disponibilidade deste neurotransmissor em nível cerebral. Como não há um estímulo à produção da serotonina (apenas inibe a sua recaptação), trata-se de um mecanismo de ação bem mais seguro por não haver risco de produção excessiva.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">Diferentemente dos outros medicamentos utilizados para emagrecer, a ação principal da sibutramina não está em reduzir a fome mas sim em aumentar a sensação de saciedade do indivíduo criando condições para uma mudança duradoura dos hábitos alimentares. Além disso, em pessoas compulsivas, contribui para diminuir os episódios de compulsão sobretudo por doces, chocolates e carboidratos.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">A sibutramina não causa dependência e não possui potencial de abuso. É considerada uma alternativa segura para o tratamento de excesso de peso não apenas pelo grande número de estudos científicos mas também pela observação diária na prática clínica.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">Quando bem indicada e com supervisão médica, a sibutramina geralmente é segura e bem tolerada. Os efeitos colaterais mais observados são boca seca, intestino preso, dor de cabeça, sudorese e alterações do sono. Apesar de serem geralmente transitórios, na presença de efeitos colaterais persistentes ou com uma intensidade que incomode as atividades diárias, deve-se entrar em contato com o médico para se avaliar a necessidade de ajuste da dosagem ou até mesmo a suspensão da medicação.</p>
<p><span class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">Como os medicamentos agem através de receptores, os resultados podem variar entre indivíduos e, assim, tanto a sua indicação quanto os ajustes das dosagens devem ser feitos por médicos com experiência no manejo desta substância. Os melhores resultados são obtidos quando o paciente participa ativamente do processo de tratamento usando a medicação com regularidade, respeitando as doses e horários prescritos, não interrompendo seu uso precipitadamente e comunicando sempre suas dúvidas ao médico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>IMPORTANTE:</b></p>
<h1 style="box-sizing: border-box; margin: 20px 0px 10px; font-size: 38px; font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.1; color: rgb(0, 0, 51);">Sibutramina Suspensa</h1>
<p><img class="materia_img_principal" src="http://www.endocrino.org.br/media/noticias/sibutramina.jpg" style="box-sizing: border-box; border: 0px; vertical-align: middle; float: right; margin-left: 12px; max-width: 250px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">&nbsp;</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">&nbsp;A&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">European Medicines Agency</strong>&nbsp;(EMA) publicou, em 21 de janeiro deste ano, comunicado recomendando a suspensão da licença de comercialização do medicamento&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">sibutramina</strong>, baseada na análise do seu&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Committee for Medicinal Products for Human Use</strong>&nbsp;(CHMP), que concluiu que os benefícios da sibutramina são menores do que os riscos de seus efeitos colaterais (problemas cardiovasculares graves).</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">A decisão foi baseada no estudo&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcome Trial</strong>), cujo objetivo era, exatamente, avaliar possíveis benefícios da&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">sibutramina&nbsp;</strong>no&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">auxílio à perda de peso,</strong>&nbsp;em pacientes portadores de doenças cardiovasculares prévias, para quem a própria bula do produto contra-indica a prescrição.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">Essa pesquisa clínica é conduzida em cerca de&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">10.000 pacientes</strong>, há cerca de seis anos, seguindo um protocolo aprovado em&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Comitês de Ética em Pesquisa</strong>&nbsp;de diversos países. Avaliações dos resultados preliminares indicaram que houve um aumento de 16% de risco de complicações cardiovasculares no grupo que usou&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">sibutramina</strong>.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">Dr. Ricardo Meirelles,&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">presidente da SBEM</strong>, declarou em entrevista ao jornal O Globo que esses resultados apenas confirmam que não se deve prescrever sibutramina a pacientes com doença cardiovascular. “Os resultados são iniciais e mostram que, em pacientes com doenças cardiovasculares, os riscos da<strong style="box-sizing: border-box;">sibutramina&nbsp;</strong>parecem superar possíveis benefícios”. Ele acrescenta que a sibutramina é comercializada há mais de dez anos e não há, até o momento, evidências de que o seu uso criterioso, apenas em pacientes sem contra-indicações, leve ao aumento de problemas cardiovasculares.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">Nos Estados Unidos, a&nbsp;<a href="http://www.fda.gov/Safety/MedWatch/SafetyInformation/SafetyAlertsforHumanMedicalProducts/ucm198221.htm" style="box-sizing: border-box; color: rgb(0, 0, 51);">Food and Drug Administration (FDA)</a>, baseada no mesmo estudo,apenas determinou que a bula do&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">medicamento&nbsp;</strong>alerte que não deve ser usado por pacientes com história de doença cardiovascular, incluindo&nbsp;&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">coronariopatias</strong>, acidente vascular cerebral ou isquemia transitória, arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial periférica e&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">hipertensão arterial</strong>.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando as conclusões preliminares do&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">SCOUT&nbsp;</strong>e dará seu parecer até o final desta semana.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"><strong style="box-sizing: border-box;">Decisão Gera Críticas</strong></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">A presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Dra. Manuela Carvalheiro, em entrevista à TSF Online, declarou que o estudo da Agência Europeia do Medicamento é contraditório e lamentou que a partir de agora os médicos deixem de ter uma ferramenta importante no tratamento da obesidade. Ela afirmou não entender como a agência europeia conduziu um estudo usando a sibutramina em pessoas “já com doenças cardíacas quando sabia a priori que não era indicado para esses pacientes.”</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"><strong style="box-sizing: border-box;">Anvisa Emite Alerta</strong></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">A&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong>&nbsp;(Anvisa) divulgou um alerta para os profissionais de saúde sobre o uso da sibutramina no Brasil. A Anvisa recomenda a contraindicação do uso de medicamentos à base de sibutramina para pacientes com perfil semelhante aos incluídos no estudo SCOUT.</p>
<ul style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">
	<li style="box-sizing: border-box;">Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;</li>
</ul>
<ul style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;">
	<li style="box-sizing: border-box;">Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.</li>
</ul>
<p style="box-sizing: border-box; margin-bottom: 10px; color: rgb(0, 0, 51); font-family: 'PT Sans', 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"><br style="box-sizing: border-box;">
A&nbsp;<strong style="box-sizing: border-box;">Anvisa</strong>, por meio da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) fará nova avaliação do estudo, com o objetivo de investigar os níveis de segurança do medicamento em pacientes com perfis distintos dos já estudados. Essa avaliação poderá levar a Agência a determinar outras medidas restritivas ao uso da substância.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Obesidade]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/obesidade/</link>
         <description><![CDATA[O que é obesidade?
A obesidade se caracteriza por um excesso de tecido gorduroso em relação à massa magra (constituída pela musculatura, ossos e órgãos). O aumento de peso devido à retenção de líquido, prisão de ventre e aumento muscular não é considerado obesidade. A obesidade é responsável por uma série de complicações e prejuízos à saúde e pode interferir fortemente na auto-estima e na adaptação social.
Como posso saber se eu tenho excesso de peso?
Dois métodos são utilizados: o Índice de...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 22:05:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/obesidade/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que é obesidade?</strong><br>
A obesidade se caracteriza por um excesso de tecido gorduroso em relação à massa magra (constituída pela musculatura, ossos e órgãos). O aumento de peso devido à retenção de líquido, prisão de ventre e aumento muscular não é considerado obesidade. A obesidade é responsável por uma série de complicações e prejuízos à saúde e pode interferir fortemente na auto-estima e na adaptação social.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Como posso saber se eu tenho excesso de peso?</strong><br>
Dois métodos são utilizados: o Índice de Massa Corporal (IMC) e a Análise de Composição Corporal pela bioimpedância. Quando o IMC está acima de 25 em pessoas com compleição muscular normal, os estudos científicos mostram que já existe um risco para a saúde devido ao excesso de peso que fica ainda maior a partir do IMC = 30. Entretanto, em alguns casos o IMC é menor que 25 e o excesso de gordura às vezes é compatível com obesidade. Portanto, quando o objetivo é a programação de um tratamento individualizado para redução de peso é necessário realizar a bioimpedância, que permite acessar o percentual de gordura, de massa muscular e de água no corpo. Para a população de uma forma geral, um percentual de gordura maior que 25% para homens e maior que 30% para mulheres já é compatível com o diagnóstico de obesidade.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que é o IMC?</strong><br>
O IMC (Índice de Massa Corporal) é uma fórmula em que se divide o peso em quilos pela altura em metros ao quadrado, ou seja, IMC= Peso÷(Altura x Altura). De acordo com o resultado, temos a classificação apresentada na tabela abaixo:</p>
<table align="center" cellpadding="4" cellspacing="1" width="340">
	<tbody>
		<tr bgcolor="F6E0B9" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">IMC</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" bgcolor="F6E0B9" width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Classificação</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" bgcolor="F6E0B9" width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Risco para a saúde</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">menor que 17</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Magreza excessiva</p>
			</td>
			<td width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">aumentado</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">17 a 18,5</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Magreza</p>
			</td>
			<td width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">moderado</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">18,6 a 24,9</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Peso normal</p>
			</td>
			<td bgcolor="EDECE0" width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">---</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">25 a 29,9</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Excesso de peso</p>
			</td>
			<td width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">pequeno</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">30 a 34,9</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Obesidade classe I</p>
			</td>
			<td bgcolor="EDECE0" width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">moderado</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">35 a 39,9</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Obesidade classe II</p>
			</td>
			<td width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">aumentado</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="70">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">acima de 40</p>
			</td>
			<td width="117">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Obesidade classe III ou Obesidade mórbida</p>
			</td>
			<td width="123">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">muito aumentado</p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">A grande limitação do IMC é que seu cálculo se baseia em apenas duas variáveis (peso e altura) desconsiderando a massa magra, a idade e o sexo da pessoa. De qualquer forma, o IMC ainda tem sido usado, pela sua simplicidade, como um método prático e rápido de se identificar, em pessoas adultas, o risco de aumentar a incidência de mortalidade e outras doenças.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Quais são as causas da obesidade?</strong><br>
A obesidade é considerada uma doença multifatorial, ou seja, múltiplos fatores contribuem para o seu aparecimento e para sua manutenção. Aí se incluem os fatores genéticos, alimentares, emocionais, culturais, sociais, mudanças de comportamento, doenças endócrinas, gasto energético com atividades físicas, hábitos compulsivos, etc. Na abordagem do paciente com excesso de peso, o mais importante é identificar quais fatores estão contribuindo para este descontrole.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>E quais são as doenças associadas à obesidade?</strong><br>
Doenças como diabetes, elevação do colesterol e triglicérides (gorduras do sangue), hipertensão arterial, infarto agudo do miocárdio, arteriosclerose (endurecimento das artérias), acidente vascular cerebral ("derrame" ou isquemia), trombose, problemas nas articulações, alterações do sono e alguns tipos câncer que são mais freqüentes em pessoas obesas do que em pessoas com peso na faixa normal.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Que tipo de pressão social sofre a pessoa obesa?</strong><br>
Além dos problemas de saúde, a obesidade traz uma série de problemas sociais como dificuldades para comprar roupas, conseguir empregos, freqüentar locais públicos e até mesmo de se envolver afetivamente. Grande parte destas dificuldades está relacionada com um falso preconceito de que o obeso é uma pessoa descuidada, sem força de vontade e sem vaidade, o que só reforça o seu medo da rejeição e a diminuição de sua auto-estima. Na verdade, não existe um traço psicológico típico da pessoa obesa e o que se observa é que o tratamento adequado permite que ela possa resgatar uma convivência social saudável.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>E no Brasil, a obesidade é muito freqüente?</strong><br>
Enquanto nos Estados Unidos 30% da população têm obesidade, aqui no Brasil, esta doença ocorre em torno de 10% (13% das mulheres e em 6% dos homens). Como se trata de um problema ligado à vida moderna, a tendência natural no Brasil é a de que esta prevalência aumente, a menos que se consiga estabelecer medidas sociais e educativas. Embora freqüente em países ricos como os Estados Unidos e Canadá, podemos observar um fenômeno interessante no Brasil: pesquisas demonstram que a obesidade vem nitidamente aumentando nas camadas mais pobres da população e diminuindo nas classes mais ricas. Isto se deve ao fato de que a comida (principalmente carboidratos e gorduras) tem custo relativamente baixo em nosso país e a automação industrial e comercial tem contribuído para uma diminuição do esforço físico ligado ao trabalho. Por outro lado, o impacto do benefício dos cuidados preventivos da alimentação saudável, da demanda estética e do combate ao sedentarismo (esportes e academias) é mais visível nas classes socialmente privilegiadas.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Eu posso iniciar um tratamento para emagrecer mesmo já estando dentro do IMC normal?</strong><br>
Sim, desde que haja um percentual de gordura elevado em sua avaliação de composição corporal. Esta avaliação, geralmente feita através da bioimpedância, permite estimar a faixa de peso ideal de acordo com o peso da estrutura óssea e muscular, sexo e idade.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Pratico musculação e meu índice de massa corporal está acima de 25. Devo emagrecer?</strong><br>
Com a prática regular da musculação ou de atividades com predomínio de exercícios anaeróbios, ocorre um aumento da massa muscular e do peso corporal sem que isso signifique obesidade. Também neste caso, a bioimpedância é indicada para avaliar o percentual de gordura e estabelecer a faixa ideal de peso.</p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500">
	<tbody>
		<tr>
			<td width="297">
			<div align="left" class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">
				<strong>O que é o exame de Bioimpedância?</strong><br>
				É atualmente o método mais utilizado para a avaliação de composição corporal pelo fato de ter uma boa precisão com custo relativamente baixo e por não ser evasivo. Foi considerado, pelo último Consenso Latino Americano de Obesidade como um método apurado para avaliação da composição corporal.</div>
			</td>
			<td width="203">
			<p align="right" class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><img height="133" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/bioimpedancia.gif" width="200"></p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td class="textohome" colspan="2" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);">Avalia o percentual de gordura, percentual de massa magra e hidratação, permitindo calcular a faixa ideal de peso para o indivíduo de acordo com o sexo e idade. É um exame relativamente simples, em que uma corrente elétrica passa pelo corpo através de dois pares de eletrodos adesivos colocados na mão e no pé direito. O exame é totalmente indolor, mas não é indicado para gestantes e portadores de marca-passo. Quanto maior é o percentual de gordura, maior é a dificuldade para a corrente elétrica atravessar o corpo. A bioimpedância é útil para informar o percentual de gordura em sua totalidade, ou seja, mede tanto a gordura que está debaixo da pele como a gordura que está entre os órgãos. As medidas freqüentes das dobras cutâneas com um adipômetro de precisão complementam as informações da bioimpedância.</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>E qual é o percentual ideal de gordura?</strong><br>
Depende do sexo e da idade. O percentual de gordura aumenta com o passar dos anos e é maior em mulheres do que em homens.&nbsp;</p>
<table cellpadding="5" cellspacing="1">
	<tbody>
		<tr bgcolor="F6E0B9" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="103">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Idade</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">11 a 20</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">21 a 30</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">31 a 40</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">41 a 50</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">51 a 60</p>
			</td>
			<td background="http://www.endocrinologia.com.br/img/funcel.gif" width="92">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">&gt;60 anos</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="103">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Masculino</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">13-17%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">14-18%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">15-19%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">16-20%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">17-21%</p>
			</td>
			<td width="92">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">18-22%</p>
			</td>
		</tr>
		<tr bgcolor="EDECE0" class="textopreto" style="font-family: tahoma; font-size: 11px;">
			<td width="103">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">Feminino</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">18-22%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">19-23%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">20-24%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">21-25%</p>
			</td>
			<td width="81">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">22-26%</p>
			</td>
			<td width="92">
			<p class="textohome" style="font-family: arial; color: rgb(51, 51, 51);">23-27%</p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500">
	<tbody>
		<tr>
			<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);" valign="top"><strong>O que é um adipômetro?</strong><br>
			É um aparelho usado para avaliar a gordura subcutânea (que está debaixo da pele) através de medidas das dobras cutâneas com alta precisão. Sua escala é dividida em décimos de milímetros. Em um tratamento de obesidade, o adipômetro permite avaliar a diminuição da gordura subcutânea por regiões específicas criando condições para se alcançar um emagrecimento harmônico e proporcional.</td>
			<td class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><img height="167" src="http://www.endocrinologia.com.br/img/adpometro.gif" width="120"></td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que é compulsão alimentar?</strong><br>
A compulsão alimentar está presente em aproximadamente 30% dos pacientes que nos procuram no consultório com problemas de excesso de peso. É mais freqüente em mulheres e sofre influência de fatores emocionais, atividade física, quantidade de carboidratos da dieta, intervalos das refeições e da fase do ciclo menstrual. A pessoa com episódios de comer compulsivo geralmente come grandes quantidades em pequeno espaço de tempo, às vezes sem fome, até se sentir desconfortavelmente “cheia” e freqüentemente seguida de sensação de arrependimento ou culpa.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>O que causa a compulsão alimentar?</strong><br>
Cada vez mais, a diminuição da serotonina (uma substância química encontrada no cérebro) vem sendo relacionada com o transtorno do comportamento compulsivo. A descoberta de medicamentos mais recentes que aumentam os níveis de serotonina no cérebro mostrou bons resultados em muitos casos de compulsão. A atividade física também reduz a ocorrência de episódios compulsivos enquanto situações de ansiedade, depressão e dietas muito rígidas com poucos carboidratos nas refeições tendem a aumentar a compulsão.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Qual é a diferença entre a bulimia e a anorexia nervosa?</strong><br>
Ambas são consideradas transtornos de o comportamento alimentar, são bem mais comuns em mulheres e possuem forte componente psíquico. Na anorexia nervosa, o paciente geralmente possui uma distorção de sua imagem corporal, possui um medo exagerado de engordar e se recusa a manter um peso na faixa normal exibindo freqüentemente um quadro de magreza importante com distúrbios menstruais e desnutrição. Na bulimia, o paciente geralmente se encontra em uma faixa normal de peso (ou pouco acima) mas também possui um medo exagerado de engordar. Para compensar os freqüentes "ataques de comer", usa laxantes, provoca vômitos, ou faz dietas radicais ou exercícios em excesso. Nestes "ataques de comer", muitas vezes a pessoa come sem fome, mais rápido que o normal e geralmente se arrepende ou fica com sentimento de culpa. Tanto a bulimia quanto a anorexia nervosa são situações que podem trazer grandes riscos à saúde e, portanto, necessitam de tratamento especializado.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>A maneira como a gordura está distribuída no corpo interfere nos riscos para a saúde?</strong><br>
Sim. Hoje se sabe que a gordura intra-abdominal - mais freqüente nos homens - tem uma maior capacidade de contribuir para problemas metabólicos e cardiovasculares do que a gordura localizada nos quadris - mais freqüente nas mulheres. Para se ter uma idéia, uma circunferência abdominal medida com fita métrica, em pé e ao nível do umbigo) maior que 94 cm para homens e maior que 80 cm para mulheres já está associada a um risco aumentado para a saúde independente de haver um excesso de peso.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Ansiedade e depressão engordam?</strong><br>
Indiretamente sim. Elas podem contribuir para fenômenos compulsivos e freqüentemente prejudicam a prática regular de atividade física. Mas tanto a ansiedade quanto a depressão não conseguem estimular a formação de gordura de uma forma direta, ou seja, sem estar acompanhada de um aumento do consumo calórico ou diminuição da atividade física. O que se observa é que o paciente muito ansioso ou deprimido tem, às vezes, dificuldade de avaliar o que come, podendo subestimar a quantidade de calorias ingeridas. Na depressão é freqüente haver uma redução nos níveis de serotonina, favorecendo o aparecimento de episódios compulsivos. Acredita-se ainda que em situações de estresse prolongado, um aumento da secreção de cortisol pelo organismo pode levar a uma maior formação de gordura a partir dos alimentos consumidos.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>É verdade que depois dos trinta anos é mais difícil emagrecer?</strong><br>
Dos vinte anos em diante, há uma redução progressiva da massa magra podendo chegar a 30% de redução aos 90 anos. Essa redução causa uma diminuição no metabolismo basal, não apenas aos trinta anos, mas gradativamente ao longo dos anos. O que muitas vezes acontece por volta dos 30 anos é uma tendência a uma mudança no estilo de vida com redução da atividade física e aumento das oportunidades sociais relacionados à alimentação mais calórica.</p>
<p class="textohome" style="font-family: arial; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51);"><strong>Pílula anticoncepcional engorda?</strong><br>
Na grande maioria das vezes, não. As pílulas mais modernas, de baixa dosagem, interferem pouco no organismo da mulher e, quando isso acontece, é através da retenção de líquidos e não de gordura. Em casos isolados, porém, os anticoncepcionais (orais ou injetáveis) podem apresentar aumento de apetite como efeito colateral e, nesse caso, é recomendável que sejam substituídos por outro método anticoncepcional com orientação do ginecologista.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Pré-diabetes é uma fase silenciosa e sem sintomas]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/pre-diabetes-e-uma-fase-silenciosa-e-sem-sintomas/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			Pré-diabetes é uma fase silenciosa e sem sintomas
		
		
			
			O pré-diabetes é o estado intermediário entre estar saudável e ter desenvolvido o diabetes do tipo 2 no adulto. Antes de diagnosticar o diabetes é preciso estar atento a alguns sintomas que podem indicar o pré-diabetes.
			No pré-diabetes as pessoas apresentam valores de açúcar no sangue (glicemia) acima do normal, mas ainda não podem ser consideradas diabéticas.
			É nesta fase que se deve fazer todos os esforços, como...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 21:46:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/pre-diabetes-e-uma-fase-silenciosa-e-sem-sintomas/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<table align="center" border="0" width="98%">
	<tbody>
		<tr>
			<td><font class="Arial_Bold_20_666666" style="font-family: Arial; font-size: 20px; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Pré-diabetes é uma fase silenciosa e sem sintomas</font></td>
		</tr>
		<tr>
			<td class="fontNormal" id="TD" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 22px;">
			<p>O pré-diabetes é o estado intermediário entre estar saudável e ter desenvolvido o diabetes do tipo 2 no adulto. Antes de diagnosticar o diabetes é preciso estar atento a alguns sintomas que podem indicar o pré-diabetes.</p>
			<p>No pré-diabetes as pessoas apresentam valores de açúcar no sangue (glicemia) acima do normal, mas ainda não podem ser consideradas diabéticas.</p>
			<p>É nesta fase que se deve fazer todos os esforços, como tomar a medicação adequada e implementar mudança no estilo de vida, para atrasar ou impedir o surgimento do diabetes tipo 2 e diminuir o risco de doenças cardiovasculares.</p>
			<p>Nesta fase, a glicose no sangue tem variações irregulares e caracteriza-se pela ausência de sintomas. Ela é diagnosticada por meio da dosagem da glicemia: quando a taxa de glicemia de jejum (mínimo de oito horas) encontra-se entre 100 e 125 mg/dl e/ou quando o valor de glicemia na segunda hora do teste, chamado de curva glicêmica, está entre 140 e 199 mg/dl.</p>
			<p>Por ser uma fase silenciosa e sem sintomas, é necessário alguns cuidados, como a prática de exercícios físicos e de uma alimentação cuidada, visto que 80% a 90% dos diabéticos tipo 2 são obesos.</p>
			<p>O pré-diabetes está muitas vezes associado à síndrome metabólica, condição caracterizada pela presença de obesidade abdominal, e por outros fatores como colesterol elevado e hipertensão arterial.</p>
			<p>Alguns cuidados devem ser tomados como a restrição calórica moderada, prática de atividade física, dieta equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, com carboidratos integrais, carne magra e pouca gordura saturada.</p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[ Cetoacidose]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/cetoacidose/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			O que é Cetoacidose
		
		
			
			Caracteriza-se por uma alta concentração de cetonas na urina e por elevados níveis glicêmicos.&nbsp; As cetonas são os ácidos produzidos pelo organismo quando este transforma gordura, em vez de glicose, em energia. O fígado “quebra” a gordura e proteínas, em resposta a uma necessidade do corpo de se manter vivo.&nbsp;
			Trata-se de uma condição grave que ocorre, em geral, nas pessoas com diabetes tipo 1 – principalmente quando não tratado – devido à...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 21:44:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/cetoacidose/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<table align="center" border="0" width="98%">
	<tbody>
		<tr>
			<td class="Arial_Bold_20_666666" style="font-family: Arial; font-size: 20px; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">O que é Cetoacidose</td>
		</tr>
		<tr>
			<td class="fontNormal" id="TD" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 22px;">
			<p><font face="arial, helvetica, sans-serif">Caracteriza-se por uma alta concentração de cetonas na urina e por elevados níveis glicêmicos.&nbsp; As cetonas são os ácidos produzidos pelo organismo quando este transforma gordura, em vez de glicose, em energia. O fígado “quebra” a gordura e proteínas, em resposta a uma necessidade do corpo de se manter vivo.&nbsp;</font></p>
			<p><font face="arial, helvetica, sans-serif">Trata-se de uma condição grave que ocorre, em geral, nas pessoas com diabetes tipo 1 – principalmente quando não tratado – devido à falta de insulina.</font></p>
			<p><font face="arial, helvetica, sans-serif">Entre os fatores que costumam levar o paciente a um quadro de cetoacidose estão a falta de insulina, ou a aplicação errada da mesma, e o uso de medicamentos que aumentam a taxa de glicemia.</font></p>
			<p><font face="arial, helvetica, sans-serif">O quadro clínico pode envolver sintomas como desidratação; náusea; vômitos; dores abdominais; aumento da frequência respiratória; confusão mental e letargia.</font></p>
			<p><font face="arial, helvetica, sans-serif">Se não tratada a tempo, a cetoacidose pode levar quadro de descompensação metabólica severa com possibilidade de coma e óbito</font></p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Síndrome Metabólica]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/sindrome-metabolica/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			O que é Síndrome Metabólica
		
		
			
			A Síndrome Metabólica (SM) está relacionada a fatores de risco cardiovasculares, resistência à insulina e obesidade abdominal. A SM está diretamente associada à doença cardiovascular, pois aumenta a mortalidade geral em cerca de duas vezes e a cardiovascular em três vezes.&nbsp;
			
			A International Diabetes Federation (IDF - Federação Internacional de Diabetes) sugeriu&nbsp;alguns critérios de definição de Síndrome...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 21:39:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/sindrome-metabolica/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<table align="center" border="0" width="98%">
	<tbody>
		<tr>
			<td class="Arial_Bold_20_666666" style="font-family: Arial; font-size: 20px; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">O que é Síndrome Metabólica</td>
		</tr>
		<tr>
			<td class="fontNormal" id="TD" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102); line-height: 22px;">
			<p>A Síndrome Metabólica (SM) está relacionada a fatores de risco cardiovasculares, resistência à insulina e obesidade abdominal. A SM está diretamente associada à doença cardiovascular, pois aumenta a mortalidade geral em cerca de duas vezes e a cardiovascular em três vezes.&nbsp;<br>
			<br>
			A International Diabetes Federation (IDF - Federação Internacional de Diabetes) sugeriu&nbsp;alguns critérios de definição de Síndrome Metabólica:<br>
			<br>
			-&nbsp;A&nbsp;<strong>obesidade central.</strong>&nbsp;Os limites podem variar conforme a etnia. Para os europeus, a sugestão para medida de circunferência abdominal é de 94 cm para homens e 80 cm para mulheres. Já para os asiáticos, 90 e 80 cm. No caso específico dos japoneses, 85 e 90 cm (respectivamente).<br>
			<br>
			Além disso, devem ser considerados dois ou mais dos seguintes critérios:<br>
			<br>
			-&nbsp;Hipertrigliceridemia: &gt; 150 mg/dL ou estar em tratamento específico;<br>
			-&nbsp;HDL colesterol: &lt; 40 mg/dL em homens e &lt; 50 mg/dL em mulheres ou estar em tratamento específico;<br>
			-&nbsp;Hipertensão arterial sistêmica &gt; 130/85 mmHg ou tratamento de hipertensão diagnosticado previamente;<br>
			- Glicemia de jejum &gt; 100mg/dL ou diabetes tipo 2 diagnosticado previamente.<br>
			<br>
			Há mais critérios metabólicos que ainda estão sendo investigados pelos cientistas.&nbsp;Sabe-se que estão relacionados, sendo, porém, necessários mais estudos.</p>
			<p>Alguns fatores podem ajudar a prognosticar complicações cardiovasculares e&nbsp;<strong>diabetes tipo 2</strong>, tais como:&nbsp;<br>
			medida da distribuição abdominal da gordura; características da dislipidemia; métodos de avaliação da resistência à insulina, como níveis de insulina, HOMA; avaliação da desregulação vascular, como a microalbuminúria, do estado proinflamatório (proteína C reativa, fator de necrose tecidual, interleucina) e protrombótico (fatores fibrinolíticos e de coagulação).&nbsp;</p>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Diabetes]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/diabetes/</link>
         <description><![CDATA[
	
		
			O que é Diabetes
		
		
			
			Doença&nbsp;que&nbsp;aumenta&nbsp;a&nbsp;quantidade&nbsp;de&nbsp;glicose&nbsp;no&nbsp;sangue.&nbsp;Ela&nbsp;se&nbsp;manifestaquando&nbsp;o&nbsp;organismo&nbsp;não&nbsp;consegue&nbsp;utilizar&nbsp;os&nbsp;nutrientes&nbsp;(derivados decarboidratos,&nbsp;proteínas&nbsp;e&nbsp;gorduras), provenientes...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 21:33:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/diabetes/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<table align="center" border="0" width="98%">
	<tbody>
		<tr>
			<td>O que é Diabetes</td>
		</tr>
		<tr>
			<td id="TD" style="line-height:22px;">
			<p>Doença&nbsp;que&nbsp;aumenta&nbsp;a&nbsp;quantidade&nbsp;de&nbsp;glicose&nbsp;no&nbsp;sangue.&nbsp;Ela&nbsp;se&nbsp;manifestaquando&nbsp;o&nbsp;organismo&nbsp;não&nbsp;consegue&nbsp;utilizar&nbsp;os&nbsp;nutrientes&nbsp;(derivados decarboidratos,&nbsp;proteínas&nbsp;e&nbsp;gorduras), provenientes da&nbsp;digestão&nbsp;dos&nbsp;alimentos,&nbsp;paraproduzir&nbsp;energia&nbsp;e&nbsp;mover&nbsp;o&nbsp;corpo&nbsp;ou&nbsp;para&nbsp;armazená-los&nbsp;nos&nbsp;em&nbsp;órgãos&nbsp;como&nbsp;ofígado,&nbsp;músculos&nbsp;e&nbsp;células&nbsp;gordurosas.</p>
			<p>&nbsp;</p>
			<p>Uma de&nbsp;suas&nbsp;causas&nbsp;é a&nbsp;deficiência&nbsp;do&nbsp;hormônio&nbsp;de&nbsp;insulina,&nbsp;que&nbsp;atua&nbsp;como&nbsp;umaespécie&nbsp;de&nbsp;mensageiro&nbsp;químico, produzido no&nbsp;pâncreas.&nbsp;Ele&nbsp;é liberado no&nbsp;corpo&nbsp;e atua&nbsp;em&nbsp;partes&nbsp;distintas do&nbsp;organismo.&nbsp;Nos&nbsp;quadros&nbsp;de&nbsp;diabetes&nbsp;tipo&nbsp;1 oorganismo&nbsp;não&nbsp;consegue&nbsp;produzir&nbsp;insulina. No&nbsp;tipo&nbsp;2,&nbsp;geralmente&nbsp;há umacombinação&nbsp;da&nbsp;deficiência&nbsp;parcial&nbsp;da&nbsp;produção&nbsp;e uma&nbsp;resposta&nbsp;reduzida do&nbsp;corpoao&nbsp;hormônio, o&nbsp;que&nbsp;é denominado de&nbsp;resistência&nbsp;à&nbsp;insulina.</p>
			<table align="center" border="0" width="98%">
				<tbody>
					<tr>
						<td class="Arial_Bold_20_666666" style="font-family: Arial; font-size: 20px; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);">Pré-Diabetes</td>
					</tr>
					<tr>
						<td class="fontNormal" id="TD" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; color: rgb(102, 102, 102);">
						<p>O termo identifica as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes e substituiu as antigas a expressões “intolerância ao teste de glicose” e “glicemia de jejum alterada”.<br>
						<br>
						Confirmado o diagnóstico de pré-diabetes, medidas preventivas devem ser tomadas como: atividades física, plano alimentar saudável, ambos adequados às necessidades individuais.</p>
						<p><strong>Como Detectar</strong>&nbsp;<br>
						A melhor maneira de detectar o pré-diabetes é através da&nbsp;<strong>dosagem da glicemia</strong>. A taxa glicêmica em jejum deve ficar entre 100 e 125mg/dl.</p>
						<p><strong>Como Prevenir o Pré-diabetes</strong><br>
						Manter uma&nbsp;<strong>alimentação saudável</strong>&nbsp;e praticar regularmente&nbsp;<strong>atividade física</strong>&nbsp;são hábitos que ainda constituem a melhor forma de prevenção. Estudos mostram que tais medidas reduzem a taxa de novos casos em mais da metade em um período de dois a cinco anos de acompanhamento.</p>
						<p><strong>Fatores de Risco para Diabetes Tipo 2</strong><br>
						O risco aumenta nos seguintes casos:</p>
						<p>-Obesidade<br>
						-Familiar próximo com diabetes (pai, mãe, irmãos e filhos)<br>
						-Sedentarismo<br>
						-Mulheres que tiveram filhos, que nasceram com mais de quatro quilos<br>
						-Hipertensão arterial<br>
						-Colesterol ou triglicérides alterados<br>
						-Síndrome dos ovários policísticos ou acantose nigricante&nbsp;<br>
						-Histórico de doença vascular</p>
						<p>&nbsp;</p>
						<p>&nbsp;</p>
						<table align="center" border="0" width="98%">
							<tbody>
								<tr>
									<td class="fontNormal" id="TD">&nbsp;</td>
								</tr>
								<tr>
									<td class="Arial_Bold_20_666666" style="font-family: Arial; font-size: 20px; font-weight: bold;">O Que é Hiperglicemia&nbsp;</td>
								</tr>
								<tr>
									<td class="fontNormal" id="TD">
									<p>Hiperglicemia é o aumento de glicose no sangue. Valores acima de 200 mg, em qualquer ocasião, fazem o diagnóstico.<br>
									<br>
									<strong>Quando Acontece</strong><br>
									Pode ocorrer quando o diagnóstico ainda não foi feito pelo médico: o&nbsp; indivíduo tem diabetes sem saber. Também é comum acometer o paciente já diagnosticado, quando não segue o tratamento adequado, realizando abusos alimentares, levando vida sedentária, fazendo uso inadequado de medicamentos e ou&nbsp; insulinas, com comprometimentos psíquicos. É possível, ainda, surgir quando o paciente está envolvido em situações de estresse físico ou emocional e outras doenças.&nbsp;<br>
									<br>
									<strong>Sintomas</strong><br>
									Muita sede; muita fome com emagrecimento; excesso de urina; cansaço; fraqueza; tonturas. Podem ocorrer náuseas; muita sonolência; vômitos e dificuldade respiratória.</p>
									<p><strong>Descompensação</strong><br>
									Antes que a glicemia atinja níveis a partir de 180mg/dL, as pessoas com diabetes, geralmente, não apresentam sintomas. A partir dessa taxa, os pacientes começam a sentir os sinais típicos da hiperglicemia, como: excesso de urina; dores nas pernas; sede intensa e fraqueza.&nbsp;<br>
									<br>
									<strong>O Que Fazer</strong><br>
									Se você detectar um valor elevado de glicose no sangue, deve procurar um médico ou um serviço de saúde, o mais rápido possível, para que seja realizado o diagnóstico e eventual tratamento.&nbsp;<br>
									<br>
									Coma hiperglicêmico ocorre, geralmente, em pacientes que ficam sem tratamento até que a glicemia e/ou a cetonemia subam ao ponto de causar alterações do metabolismo, comprometendo a consciência. Nesse caso, a pessoa deve ser encaminhada, imediatamente, a um serviço de emergência médica.</p>
									<div>
										&nbsp;</div>
									</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<p>&nbsp;</p>
						<p>&nbsp;</p>
						</td>
					</tr>
				</tbody>
			</table>
			</td>
		</tr>
	</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[DIABETES E DEPRESSÃO: AS IMPORTANTES CORRELAÇÕES ENTRE ESTADO EMOCIONAL E CONTROLE GLICÊMICO]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/diabetes-e-depress%c3%a3o%3a-as-importantes-correla%c3%a7%c3%b5es-entre-estado-emocional-e-controle-glic%c3%aamico/</link>
         <description><![CDATA[&nbsp;
DIABETES E DEPRESSÃO: AS IMPORTANTES CORRELAÇÕES ENTRE ESTADO EMOCIONAL E CONTROLE GLICÊMICO
O diagnóstico de depressão exige o preenchimento de vários critérios. Pelo menos 5 sintomas precisam estar presentes por pelo menos 2 semanas:
&nbsp;
1) humor deprimido;&nbsp;
2) diminuição no interesse no prazer em ativitidades (anedonia);
&nbsp;3) mudança significativa no peso ou no apetite;&nbsp;
4) insônia ou hipersônia;
&nbsp;5) agitação psicomotora (ou lentidão);&nbsp;
6) fadiga;&nbsp;
7)...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 21:21:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/diabetes-e-depress%c3%a3o%3a-as-importantes-correla%c3%a7%c3%b5es-entre-estado-emocional-e-controle-glic%c3%aamico/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h2 style="margin: 0px; font-family: Lato, sans-serif; font-weight: normal; line-height: 40px; color: rgb(235, 28, 21); text-rendering: optimizelegibility; font-size: 16px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; text-transform: uppercase;"><a href="http://www.diabetes.org.br/diabetes-em-debate/710-diabetes-e-depressao-as-importantes-correlacoes-entre-estado-emocional-e-controle-glicemico" style="color: rgb(235, 28, 21); text-decoration: none; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-style: inherit;">DIABETES E DEPRESSÃO: AS IMPORTANTES CORRELAÇÕES ENTRE ESTADO EMOCIONAL E CONTROLE GLICÊMICO</a></h2>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">O diagnóstico de depressão exige o preenchimento de vários critérios. Pelo menos 5 sintomas precisam estar presentes por pelo menos 2 semanas:<br>
&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">1) humor deprimido;&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">2) diminuição no interesse no prazer em ativitidades (anedonia);</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">&nbsp;3) mudança significativa no peso ou no apetite;&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">4) insônia ou hipersônia;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">&nbsp;5) agitação psicomotora (ou lentidão);&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">6) fadiga;&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">7) dificuldade de concentração;&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">8) sentimentos de culpa ou inutilidade;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">&nbsp;9) ideação suicida.&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">Um dos sintomas deve ser humor deprimido ou anedonia. Depressão menor&nbsp;envolve sintomas abaixo do critério para depressão maior. Distimia é definida com a presença de menos do que 5 sintomas, durando pelo menos 2 anos.</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">A depressão tem impacto nocivo sobre o controle glicêmico e, por sua vez, o diabetes mal controlado intensifica os sintomas depressivos. Para avaliar os impactos recíprocos entre depressão e diabetes do tipo 1 e do tipo 2, Anderson e colaboradores publicaram uma metanálise sobre a prevalência da depressão em adultos com diabetes [1]. Segundo esses autores, a depressão está associada à hiperglicemia e a um risco aumentado de complicações do diabetes. No sentido oposto, o alívio da depressão associa-se a uma melhora significativa do controle glicêmico. A metanálise incluiu 42 estudos e mostrou que a probabilidade de depressão na população diabética foi duas vezes maior do que a da população não diabética. Mostrou ainda que a prevalência de depressão foi significativamente maior em mulheres diabéticas (28%) do que em homens (18%).</p>
<p style="margin-bottom: 10px; padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(51, 51, 51); line-height: 20px; text-align: justify;">Para dar uma ideia das correlações negativas entre o humor deprimido e o controle do diabetes, nada melhor do que um caso clínico real: Mariana (nome fictício) foi atendida em nosso serviço com uma glicemia média semanal de 476 mg/dL e uma variabilidade glicêmica, medida através do desvio padrão, de 60 mg/dL. Mulher sofrida, com sérios problemas familiares que incluíam alcoolismo e violência doméstica, manifestou claramente sua conformidade com o fato de nunca ter controlado seu diabetes, alegando que as consequências desse fato eram irrelevantes diante dos problemas que enfrentava. Os esforços educacionais da equipe multidisciplinar conseguiram convencê-la a, pelo menos, tentar seguir as novas orientações para ajudá-la a obter o necessário controle glicêmico que, por sua vez, iria contribuir para a melhoria de seu depressivo estado emocional. Contra todas as expectativas, ela aderiu totalmente ao tratamento e às orientações educacionais recebidas e, depois de apenas três semanas, conseguiu atingir, pela primeira vez na vida, o controle do diabetes, reduzindo a glicemia média semanal para 99 mg/dL e a variabilidade glicêmica para 34 mg/dL, como mostra o gráfico de perfil glicêmico a seguir.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Juramento]]></title>
         <link>https://dr-leil.webnode.page/news/juramento/</link>
         <description><![CDATA[O Juramento de&nbsp;Hipócrates
" Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso...]]></description>
         <pubDate>Fri, 18 Jul 2014 19:38:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://dr-leil.webnode.page/news/juramento/</guid>
         <category><![CDATA[Notícias]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin-left:50px;"><strong>O Juramento de&nbsp;</strong><strong>Hipócrates</strong></p>
<p align="justify" style="margin-left:50px;">" Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.<br>
Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.<br>
Conservarei imaculada minha vida e minha arte.<br>
Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.<br>
Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.<br>
Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.<br>
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça."</p>
<p align="justify" style="margin-left:50px;"><strong>Você sabia?</strong></p>
<p align="justify" style="margin-left:50px;">- Dia 18 de outubro comemora-se o Dia do Médico.</p>
]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
</rss>